Sexta-feira, 12 de Agosto de 2016

Algures no espaço toda a realidade parte.

      Esperam pelo momento em que finalmente tudo acabe. Que a justiça seja feita e que paguem pelo crime de viverem dentro de mim. Espero que a tortura de viverem mais um dia termine numa síncope lenta, eterna. Sinto o cheiro da morte.
      Sónia fundida na joana começa a descolar-se da pele que estica como membrana de um tecido só. Somos todos feitos do mesmo tecido? Da mesma carne… Algures no espaço toda a realidade parte. Pedacinhos por todo o lado, sentimentos, imagens, ideias. A cada revolução o presente torna-se um caleidoscópio em rotação. 
      Cada uma toca a pele da outra e pedro escreve um manuscrito enquanto, lentamente se dissolve nos ácidos da criação. A tinta que derrama é o sangue que escorre na fissura de uns pulsos cortados na ânsia de acabar com a dor da distância.

publicado por 100destino às 20:12
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