Segunda-feira, 7 de Março de 2016

De Asinha Partida.

47. E eu, cá fico no chão, de asinha partida, a ver o meu alado amigo subir aos céus azuis da esperança. Enquanto olho, fico à espera que alguma alma caridosa me estenda a mão. O miador estende a patinha. Quer aninhar-se no calor do meu colo e ficar à espera de um cafuné na orelha.

publicado por 100destino às 09:14
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